segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Oi

Oi.
26/12/2011. O tempo passa rapido, mas é uma eternidade quando se espera uma coisa. Nunca pensei que esse Blog duraria tanto tempo. Talvez, tenha subestimado e por um momento longo até, pensado que não existiria tanto pessimismo assim para postar aqui. Acho que a vida sempre nos surpreende.

Eu teria que contar uma novidade, mas sequer tenho uma. Parei no tempo, e não consigo mais sair. Querer se desvencilhar, mas ter o medo de perder é um paradoxo Cruel, rs. Para não dizer que não tive nada, cito meu aniversário. 21 aninhos, não muito bem vividos, mas satisfatórios. O que essa data me mostrou, foi que a cada ano que passa, esta se torna cada vez mais comum. Mais simples e sequer lembrada. Saudades daqueles tempos que se convidava qualquer um. Varios coleguinhas que você nunca viu, te desejando os parabéns sem saber seu nome, cantando, porém com a atenção voltada a aquele bolo alegórico ao qual é o verdadeiro motivo da confraternização. Pensando bem... Ter passado algumas horinhas com meus primos, comendo um bolo de R$ 3.20 com alguns Flexa Mix, não fora algo ruim. Muito pelo contrário, coisas simples, porém verdadeiras. Acho que é assim que deveria e se resume a vida, talvez. Há sempre essas duas opções. A terceira, um mixto de ambos, é uma utopia.

Algumas coisas me impressionaram bastante. E outras me entristeceram um bocado. Começando pelas coisas ruins, não pensei que a falta de um Feliz aniversário de uma pessoa em especial fosse fazer tanta falta. Talvez fora como ter todos os coleguinhas reunidos e não ter sua mãe, pois ela se recusa a ir cortar o bolo. É claro que foi uma metáfora e não falo da minha mãe rs.

A parte interessante, foi saber que não existe limites para uma amizade. Não existe fronteiras. Duas pessoas em especial me provaram isso. Uma infelizmente não pude receber o que me mandara, mas saiba que no instante em que soube, meu coração regozijou-se. O segundo fora uma pequena ovelha de pelúcia ao qual cai de amores. É simples e fofo, e representa muito para mim.

Presumo que presentes de valor são aqueles que te tocam emocionalmente. São aqueles que te fazem felizes só de olhar. Não só com o presente em si, mas feliz com a pessoa ao qual te deu, tendo uma alta dose de gratificação por tirar um sorriso de seu rosto. Meus dois melhores presentes, eu não recebi e o outro é algo considerado, feminino, porém, não os troco por nada. Talvez a vida deveria ser assim também. Menos materialismo, e mais sentimentalismo. Afinal, ser um advogado bem sucedido, ou um médico renomado, não ira valer se eu não tiver um beijo da mulher que amo. Então ai entra o replanejamento de minha vida, antes de conseguir um otimo emprego, irei conseguir um grande amor. Se eu conseguir manter isso, os outros fatores tornam-se plano de fundo. Ou eu ainda sou muito romântico e ingênuo nesse sentido.

Não sei mais o que escrever. Acho que ando perdendo o costume e o jeito. Então paro por aqui.
Pra quem n fazia isso a tempos, já é um bom começo.

By: We-kun.

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